Dirigentes do SITESPM-CHR reforçam demandas das ACS/ACE com Secretário de Saúde

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No início da tarde de quinta-feira (14/10) aconteceu reunião solicitada pela Direção do SITESPM-CHR com o Secretário de Saúde de Chapecó Luiz Carlos Balsan. Pela direção do sindicato participaram os dirigentes Manira Schmitz e  Lizeu Mazzioni.

 

Pela secretaria da saúde participaram o secretário de saúde Luiz Carlos Balsan, a coordenadora do RH da secretaria de saúde Raquel de Conto, a gerente de atenção básica Angelina Galupo, a coordenadora das ACE Karina Giachini e a coordenadora da ACS Adriana.

 

Os dirigentes receberam as seguintes respostas:

 

1 – O governo João Rodrigues tem como foco principal a produtividade dos servidores municipais e não abre mão de cobrar as 40 horas semanais de trabalho. Portanto, não aceita fazer 6 horas. Considerando o risco à saúde do forte calor do verão, nos dias mais quentes as ACS e ACE poderão ficar nos locais de trabalho com trabalho interno no turno da tarde, conforme organização de cada UBS. O secretário vai emitir uma portaria para regulamentar esse encaminhamento.

 

2 – Nos sábados só terá trabalho quando for dia de campanha, com compensação das horas trabalhadas.

 

3 – Sobre o Previne Brasil os valores são diferentes de como era o PMAQ e que a produção/metas também são diferentes e precisam ser atingidas. Quando solicitado para trabalhos internos ou teletrabalho, o tempo é contado nas metas de produtividade.

 

4 – Sobre os Tablets:  a secretaria está organizando um projeto piloto na Vila Real para ajustar o uso, já tem os equipamentos e a previsão do início do projeto é ainda este ano.

 

5 – Sobre os deslocamentos para bater o ponto:  segundo o secretário, é uma exigência do Ministério Público firmado em Termo de Ajuste de Conduta (TAC). Insistimos que é uma prática prejudicial à saúde das colegas trabalhadoras ACS e ACE e também prejudica a produtividade porque é uma perda de tempo e energia. A equipe irá analisar a possibilidade de resolver a questão do ponto junto com a utilização dos tablets.  A Direção do Sindicato continuará acompanhando e cobrará a superação desse deslocamento improdutivo e maléfico à saúde.

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